thinkin'bout

Live to ride/write Ride/write to live

Domingo, 21 de Dezembro de 2008

Keep on walkin' that road and I'll follow…

Keep on callin' my name I'll be there
And if a mirror should break it's easy to take
Cause deep down I know that you care
I'm not superstitious



Muitas idas e vindas nas últimas semanas, na maioria das vezes, para os mesmos [ótimos] lugares. E uma coisa é certa: NUNCA será a mesma coisa pegar a mesma estrada.
Nem mesmo ir a Piracicaba, coisa que Kashmir faz praticamente sozinha, tem sido coisa monótona. A lua nova já me acompanhou dando um brilho ofuscante na noite. A lua cheia também, com o seu laranjão se escondendo por trás da sombra das árvores.
Depois de uma primeira vez tensa, que na visão de muitos poderia ter sido desanimadora, voltei mais vezes a Santos. Em uma delas, de carro: olhei pela janelinha e também dormi. Bom, né?! Em outras duas, de moto novamente!!
Nas últimas idas ao litoral, fui abençoada com sol e tempo bom tanto na ida quanto na volta. Vi o sol nascer no horizonte da Bandeirantes, curti a Serra menos fria e com menos neblina, vendo melhor suas belezas. Inclusive à noite, sem sustos, no stress, admirei aquelas luzes lá em cima dos morros. Por outro lado, acabei de certa forma “me acostumando” com o caos da av. dos Bandeirantes, que me fez amar a marginal Pinheiros. É que eu ainda não tinha passado pela 23 de maio!
O bom disso, é que passei a entender melhor a estrada, com a visão de organização que eu nunca tinha me dado conta antes. Dãããããrrrrrrr, é óbvio, sim!
Pegar a saída errada da Limeira-Piracicaba ajudou nisso. Whotta hell is that??? O que aquele posto fazia ali logo no começo do trajeto?? Por quê eu estava mais perto do morro? Por quê o km da pista estava passando de 160 se eu precisava chegar no 44??
No stress [2]. Fui parar em Cordeirópolis pra fazer o retorno. Pelo menos conheci o trecho da pista pelo qual passei váááárias vezes por baixo, pela Lim-Cordeiro, que é cortada pela Bandeirantes.
Mas agora eu sei que seu quiser almoçar no Graal 125 vou ter de rodar 30 km, que a fábrica da Itaipava fica em solo campineiro, antes daquela saída chata pra Viracopos, que dá pra confundir, que o Serra Azul tá lá bonitão com o Hopi Hari e o Wet’n Wild no km 77, e que antes de chegar no Frango Assado do km 44 ainda tem o M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-O Graal 56 (sim, aquele suuuuuper estiloso dos carros antigos e lambretas!), além de outro Lago Azul.
Essa coisa dos postos é um caso à parte. Na ida de carro, quando passamos pelo Graal 56, tivemos certa “dificuldade” em paradas na volta. Sem ser esnobe (messssmo), chegamos à conclusão de que pra merecer a nossa parada, o posto (ou melhor, o restaurante anexo ao posto!) tem de ser de nível! E não qualquer coisinha! Por isso tem de ser Graal pra cima!
Pô, você pára num lugar para esticar as pernas, comer alguma coisa.. tem de ser um local agradável (já que, invariavelmente é caro mesmo, a começar pela gasolina). Sou meio ressabiada com o Frango Assado porque está sempre lotado, e nem sempre tem pão de queijo quentinho ou alguma esfiha ou outra. Mas não é ruim, não.
Uma coisa interessantíssima: o banheiro dos postos! Quando voltamos de Curitiba e paramos no Graal Petropen em Registro, pra almoçar, eu não queria mais sair daquele banheiro! Bonito, espaçoso, sofás super confortáveis. Os do Frango Assado são do mesmo nível, e ainda tem um bônus: o “confort WC”. Aquilo é TUDO o que eu precisei uma vez, com espaço extra para colocar uma calça extra, e uma pia e torneira e espelhão só pra mim, pra lavar a viseira e dar um tapa no visual sem ninguém me olhar com rabo de olho. Aliás, esses são ótimos lugares pra limpar viseiras! Sabão fácil, na medida, jatão de água e papel macio pra secar. Os mosquitos pregados ali não têm mais vez!!
Uma coisa não tem variado muito: os últimos 20 km antes de chegar em casa PARECEM SEMPRE os mais demorados! Nisso, outra coisa, óbvia: se a saída é 155, é porque fica no km 155! Dãããããrrrrrrr [2]! Mas eu nunca tinha me atentado a isso! E quando estou voltando pra realidade da rotina, da semana “útil”, é essa saída que não chega nunca!
Mais uma vez, no último sábado, lá fui com Kashmir para a metrópole. Estava demorando pra pegar chuva! Mas aprendi muito mais (não só passando pela 23 de maio, um pedaço da radial, e um cagaço do kct na marginal pra chegar até o Center Norte). Aprendi como as escolhas fazem uma diferença incrível no que podemos ver e aprender!
Por quê sair na chuva? Por quê esperar na chuva? Por quê sair correndo? Por quê ficar mais um pouco? Por quê passar por aqui e não acolá?
Essas idas e vindas agregaram muuuuuuuito a minha pessoa. Mas são só o pão! O recheio, não só um ponto de partida e outro de chegada, mas o permanecer em algum lugar, com pessoas especiais, viver situações, isso tudo é tão fantástico que vou ter de descrever aqui aos poucos. Porque é o melhor de tudo! Me compreenda algumas pessoas ou não.. é o melhor combustível que faz o meu motor funcionar!

Um dia de fúria

Eu atravessava a praça Toledo Barros, como se fosse para a Nossa Caixa. Mas alguém subia a rua, devagar, dirigindo minha moto, quando duas pessoas (um casal), abordaram e pararam esse piloto oculto, cada um de um lado, desligando a moto.
Eu, do lado, só gritava.. não, nããão, nãããããããããoooooooo!!!! A voz parecia não sair, apesar do ambiente cheio, ninguém parecia escutar!
Mas, de repente, os dois estavam rendidos pela atitude popular. A mulher falava que o homem era líder revolucionário do c*** a quatro. Eu não quis nem saber de onde eles vinham.
Bati, chutei, esmurrei, arranhei, surrei o quanto eu podia a mulher. Tudo isso já tinham feito com o cara. Só me dei por satisfeita, por hora, quando vi os dois caídos, detonados, no chão. Chegou um sms no celular.
Acordei, cansada e ofegante. Por quê?

Quarta-feira, 10 de Dezembro de 2008

Estou [muito bem] viva!!!

Novo ano velho, mil e uma coisas acontecendo depois do TCC... vários capítulos que merecem ser fielmente registrados aqui!!

Coming soon...

Terça-feira, 18 de Novembro de 2008

E agora?


Is it over, Is it over

'Cause I'm blowin' out the flame

Quarta-feira, 12 de Novembro de 2008

Luz no fim da estrada!!!

I can see clearly now the rain is gone
I can see all obstacles in my way
Gone are the dark clouds that had me blind

It's gonna be a bright (bright)
bright (bright) sunshiny day.
It's gonna be a bright (bright)
bright (bright) sunshiny day
yes,I can make it now the pain is gone
All of the bad feelings have disappeared
Here is the rainbow I've been praying for
It's gonna be a bright (bright)
bright (bright) sunshiny day

(ooh...) Look all around, there's nothing but blue skies
Look straight ahead, there's nothing but blue skies

I can see clearly now the rain is gone
I can see all obstacles in my way
Here's the rainbow I've been praying for

It's gonna be a bright (bright)
bright (bright) sunshiny day
It's gonna be a bright (bright)
bright (bright) sunshiny day

Quem??

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@no#rien
Daíza Lacerda, 24 anos, jornalista. Limeirense, mas descendente direta de uma longa linhagem de baianos da gema. Sangue tipo A+ contendo altíssimas doses de paixão por motos e pelo bom e velho rock’n’roll – e à liberdade. Pode parecer, mas não sou rebelde, muito menos sem causa – apenas sinto que “minhas raízes estão no ar, minha casa é qualquer lugar”... Adoro Malzbier e queijo provolone à milanesa, além de ser chocólatra terminal. Gosto de dançar forró universitário – sim, roqueira e forrozeira, e daí?? – e de pedalar, mas estou sedentária. Aceito convites para passeios, não nego pista em duas rodas nem por decreto. Sou palmeirense toda vida, considero o mp3 a oitava maravilha do mundo, e mensagens sms a nona! Não sou de direita nem esquerda, sou da contramão do lugar-comum.
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Lao Tsé